
Caro Leitor, chegou mais um ano eleitoral....
“Aquele que não acredita em ninguém sabe que os outros não devem acreditar nele” (Auerbach)
Há algum tempo o Brasil já está inserido na perspectiva de eleições a cada 2 anos. Mais uma vez chegou o ano de eleger alguns de nossos representantes, quando em Outubro um novo presidente ou presidenta se elegerá, ao mesmo tempo, em que, representantes do legislativo, na esfera federal e estadual, também.
Por este motivo é que o país está mergulhado por um espírito que passa do quase inseguro sentimento de desesperança na copa do mundo, tendo em vista a última, para um sentimento de tumultuados arranjos políticos regionais e nacionais, na escolha das frentes que formarão os palanques eleitorais de 2010.
Uns já na posição de candidatos quase que eleitos e, outros, ainda na incerteza do desagregar-se do prefixo ao qual estão intimamente ligados. Ainda tendo aqueles, mesmo que fortes candidatos ao páreo, não conseguem se quer fechar ou encontrar a sua dupla ou sua outra metade na chapa, o que dificulta e ao mesmo tempo já mostra a dificuldade de angariar seguidores fiéis e dispostos à luta da incerta vitória.
Por isso é que teremos uma eleição que já é histórica por suas mais variadas circunstâncias e por este motivo é que devemos começar a nos posicionar quanto aos nossos desejos e sentimentos para uma nova gestão que deverá começar em janeiro de 2011, para tanto temos o dever de escolher e se assim é, qual o motivo que nos impede de escolhermos bem os nossos representantes?
Cledemário Cursino
“Aquele que não acredita em ninguém sabe que os outros não devem acreditar nele” (Auerbach)
Há algum tempo o Brasil já está inserido na perspectiva de eleições a cada 2 anos. Mais uma vez chegou o ano de eleger alguns de nossos representantes, quando em Outubro um novo presidente ou presidenta se elegerá, ao mesmo tempo, em que, representantes do legislativo, na esfera federal e estadual, também.
Por este motivo é que o país está mergulhado por um espírito que passa do quase inseguro sentimento de desesperança na copa do mundo, tendo em vista a última, para um sentimento de tumultuados arranjos políticos regionais e nacionais, na escolha das frentes que formarão os palanques eleitorais de 2010.
Uns já na posição de candidatos quase que eleitos e, outros, ainda na incerteza do desagregar-se do prefixo ao qual estão intimamente ligados. Ainda tendo aqueles, mesmo que fortes candidatos ao páreo, não conseguem se quer fechar ou encontrar a sua dupla ou sua outra metade na chapa, o que dificulta e ao mesmo tempo já mostra a dificuldade de angariar seguidores fiéis e dispostos à luta da incerta vitória.
Por isso é que teremos uma eleição que já é histórica por suas mais variadas circunstâncias e por este motivo é que devemos começar a nos posicionar quanto aos nossos desejos e sentimentos para uma nova gestão que deverá começar em janeiro de 2011, para tanto temos o dever de escolher e se assim é, qual o motivo que nos impede de escolhermos bem os nossos representantes?
Cledemário Cursino

